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Metropolitana participa de seminário de recuperação de áreas

21-10-2015

Metropolitana participa de seminário de recuperação de áreas

A Carbonífera Metropolitana esteve presente no IV Seminário Regional de Recuperação Ambiental de Áreas Impactadas pela Mineração de Carvão, promovido pelo CTCL/Satc em conjunto com o Sindicato da Indústria de Extração do Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc), dias 19 e 20 de outubro, no auditório da Satc, em Criciúma.
Durante o evento o Engenheiro Ambiental, Norberto Buogo, responsável pelo trabalho de recuperação de áreas da Carbonífera Metropolitana, apresentou o trabalho feito ao longo dos últimos anos na empresa.
Hoje a empresa já possui mais de 90% de todas as áreas de passivo recuperadas. O trabalho da empresa hoje tem como foco principal o fechamento de bocas de mina. No trabalho de recuperação de passivos atende a um minuciosoprotocolo de procedimentos técnicos, previamente aprovado pelos órgãos ambientais, incluindo a total revegetação e monitoramento destes locais após a entrega da área.

O seminário teve como foco principal a excelência na recuperação ambiental de áreas degradadas pela mineração de carvão, incluindo palestras internacionais, com o engenheiro Alexandre Cabral, PhD da Universidade de Sherbrooke, no Canadá, que relatou as experiências feitas no Canadá com recuperação de áreas degradadas pela mineração. Além do engenheiro John J. Stefanko, do Departamento de Proteção Ambiental da Pensilvânia, dos EUA, que através de transmissão via internet, contou aos participantes sobre o legado deixado pela recuperação ambiental feita nas áreas mineradas nos Estados Unidos.

Pelo Siecesc, o  assessor técnico do Siecesc, Cléber Gomes, mostrou resultados já alcançados na recuperação ambiental da região, além da cronologia de recuperação e as expectativas de término. O procurador da República, Darlan Airton Dias, ressaltou que apesar dos bons resultados ainda é preciso continuar fiscalizando. “A preocupação mais recente é com o andamento dos prazos de recuperação e na qualidade dessa recuperação. Uma atenção maior deve ser dada às bocas de mina abandonadas, já que ainda são muitas sem o processo de recuperação andando”, afirmou.

Juntamente com a Metropolitana, as demais empresas carboníferas da região expuseram seus cronogramas de recuperação ambiental, além do investimento em meio ambiente e os resultados já alcançados. O primeiro dia de seminário foi encerrado com uma mesa redonda com o seguinte questionamento: “Em que momento uma área degradada pode ser considerada recuperada? ”.

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